Bye Bye Abril

Daí que você passa o mês inteiro pilhada com o trabalho e nem vê os dias passando direito. Esse final de semana me dei conta do fim do mês por conta do limite pra declarar o IRPF.  Galera, que mês maluco! Sinto que fiz realmente duas coisas: trabalhar e malhar! Pois é, meus meses de natação acabaram com o fechamento do clube onde eu nadava, mas continuei com o meu objetivo de cuidar da saúde e do corpo e tenho frequentado aulas de shiban, body attack, jump, zumba, GAP e Pump. A musculação ainda é um desafio pra mim. Tenho ojeriza do espaço da academia dedicado a essa atividade. As pessoas se olhando e se engolindo no espelho, aquela aura de semi pegação no ar…sei lá, é muito mundo da barbie e do ken pro meu gosto. Não me adaptei ainda. Mas tirando essa parte, acho o maior barato sentir o corpo pegando aquele peso e tals. Mas nada comparado ao que sinto na ginástica. Com isso aumentei muitíssimo minha resistência e tenho até pensado em correr! Nos dias em que não consigo ir a aula, apelo para o Insanity, uma aula que conheci através da Camila do blog Pensando Magro. Caracas! O negócio é mega poderoso! Fiz meu Fit Test pra começar direito o programa de 90 dias, mas olha, mesmo fazendo ginástica o troço é pesado, viu! Tem que ter muito cuidado pra corrigir a postura e cuidar os movimentos para não gerar lesões, afinal, pra quem não tem um personal acompanhando isso é uma prioridade – observar os movimentos e fazê-los corretamente. Senão, já era!

Ando contando os dias para as férias e tentando me programar. Logo, logo conto pra vocês os planos maquiavélicos!

Domingo que vem vou batizar a minha sobrinha! Vou ser madrinha! Eu, uma exímia crítica da religião serei madrinha. Mas como isso, produção? Simples, minha irmã me convidou, eu expliquei o meu entendimento sobre o assunto e tudo certo. Vamos lá. Apesar da dificuldade para conseguir o tal certificado, estou disposta a ser uma referência a mais para a minha sobrinha – sobre a vida, digo. Sobre a ética. É o máximo que poderei contribuir. Estou curtindo o desafio.

Bem, quero me dedicar ainda a um projeto que me foi apresentado e vou precisar de muita concentração pra isso. Voltar a ler artigos técnicos e principalmente, produzir, escrever, vai ser bom e difícil!

Despeço-me de abril com a sensação boa de que estou no caminho certo, mas que também preciso descansar. Abro o mês de maio com a esperança e a determinação de realizar algumas metas e com vontade de que ele seja mais leve do que promete!

Concluo com essa música lindíssima, dessa diva latina!

Quase lá

Olás. Hoje queria contar pra vocês um pouquinho de como tem sido a conquista do nosso primeiro imóvel!

Pois bem, depois de passar um bocado de raiva indo de banco em banco, a gente avaliou que para nos beneficiarmos com as taxas de juros reduzidas da Caixa teríamos que criar uma conta salário, a qual não seria possível devido as instituições para as quais trabalhamos não realizarem essa forma de pagamento. Até conversei com o administrativo para saber das possibilidades, mas é fato, não teria uma conta salário. Daí que, sem a conta salário, as taxas normais da Caixa não estão assim tão atraentes e consegui melhores em outro banco. E além de melhores taxas também tivemos um melhor atendimento no Banco do Estado e por lá ficamos.

O imóvel que a gente encontrou e pelo qual nos apaixonamos está quase sendo nosso. Semana passada soubemos que a proposta do financiamento foi aceita, que não faltava nenhum documento e já efetuamos o pagamento referente a avaliação do imóvel pelo banco, a avaliação já passou e estamos no aguardo das outras etapas.

Nossa, que emoção doida. É um passo tão grande pra mim, que pensei que nem aconteceria, ou melhor, não imaginava que seria um ano e meio depois do meu retorno ao país. Com isso me sinto muito mais confiante. E é engraçado que é um passo que tem me dado ainda mais a sensação de que pertenço ao mundo adulto, sabe? Pode parecer bobagem já me sinto adulta há tempos, mas confesso que nunca me preocupei muito com as coisas que normalmente os adultos costumam se preocupar. Não quero dizer com isso que sou infantil ou coisa parecida, não. O que sinto é que esse estilo de vida mais estável e de responsabilidades financeiras desse porte estavam mais distantes. Sempre fui muito simples e básica, e…cigana! Hehehe. Então, toda essa mudança pra mim é uma baita diferença na vida.

Percebo que tenho trabalhado em mim para não pirar com a compra do apartamento, porque essa será minha segunda escolha que pode gerar algo pra vida toda. A primeira foi o casamento. E vocês verão: sou aquariana, e meu ascendente em virgem deve estar meio dormido porque me sinto toda éter! Nem tatuagem faço porque posso enjoar no segundo dia! Imagina ter uma casa e uma dívida de muitos anos! Mas, se tem algo que alivia meu stress das coisas fixas é o meu aluguel mensal desde que tinha 17 anos e saí da casa dos meus pais para estudar.

 Então, colocando os pesos na balança, pensando com a cabeça mais fria e os pés no chão, percebi que investir no apartamento agora é a melhor opção pra gente, e que se os nossos planos de voltar a morar fora vingarem a gente tem uma garantia a mais de que tudo pode dar certo. Afinal alugar ou vender é sempre uma opção. Aí meu medo das coisas fixas vai ficando bobinho e eu mais firme e feliz.

Por conta disso tenho devorado sites e blogs de decoração, só pensando no cantinho que a gente vai ter daqui a pouco. Não canso de ver, gente! E justo agora com tanto gasto estou adorando a possibilidade de reutilizar coisas, reciclar outras para não deixar de ter um lar aconchegante, mas sem gastar horrores. Indico o dcoração, da ViviannePontes com idéias ótimas e também o Decorviva, da Vivi Visentin super antenado. Tenho mais uma porção de locais que tenho visitado, mas vou colocando aos poucos pra não ficar pesado.

É isso. Desejo que o fim de semana seja leve e com muita energia boa 😉

 

 

 

Virando gente grande

Hoje é sábado e passei a metade do dia numa saga que começou faz uns meses e vai se estender até não sei quando. A saga é a da compra do primeiro imóvel. Pois é, a gente cresce, vive um bocado de coisa e depois tem vontade de criar raízes ou de pelo menos ter um lugar no mundo pra chamar de seu. Bom, com muitos desvios pelo caminho, e ainda sem valorizar tanto a estabilidade, eu entrei para a estatística dos que estão em busca da casa própria. 

Esse é um post para inaugurar a série de alguns que vem pela frente com a mesma temática. Afinal, é um processo que promete ser bem intenso. 

Posso adiantar que eu e meu marido estamos naquela fase de olhar muitos anúncios, sites de imobiliárias, avisar aos amigos que estamos nessa busca e também ir procurando pela cidade o que nos interessa. Como a gente vive na Região Metropolitana ainda não decidimos exatamente o município, mas temos fortes candidatos. 

Daí que na segunda passada fomos olhar um apartamento que teoricamente seria só mais um e…bingo! Amor à primeira visita! Amplo, preço interessante, condição do imóvel “xuxu beleza”, entorno tudo de bom dentro dos nossos critérios…enfim. Apaixonamos. Mas daí que a proprietária disse que estava vendido para outra pessoa já no dia seguinte. Um pouco chateados sacudimos a poeira e continuamos a busca. Até que na quinta ela liga de volta dizendo que não estava vendido ainda e que nos daria prioridade. Desconfianças à parte ficamos animados e hoje voltamos até lá durante o dia (na primeira vez havíamos ido à noite) pra checar melhor e conversar melhor com a proprietária. Olhando bem, com mais calma percebemos que é mesmo aquilo ali que estamos buscando.

Então, galera, daqui pra frente vou usar esse espaço para compartilhar também esse processo de aquisição da minha primeira casinha, e da minha primeira dívida significativa. Confesso que isso tudo ainda não tá tão simples pra mim como parece na minha escrita. Mas pouco a pouco vou expressando o que sinto sobre fincar os pés num lugar, com direito a dívida, sola de sapato gasto, muitas idas ao banco e altos e baixos. 

Espero que vocês gostem de acompanhar essa saga da vida real.

Besitos